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Clube dos 6%: Eteg reúne altas lideranças para discutir uso estratégico de IA

Só 6% das empresas atribuem 5% ou mais do EBIT à IA. Veja o que a Eteg e a Vertera Selah debateram com lideranças no Clube dos 6%.

A Eteg reuniu altas lideranças em São Paulo, em 8 de outubro de 2026, no Clube dos 6%. A experiência nasceu de uma reflexão importante: segundo pesquisa da McKinsey, só 6% das empresas atribuem 5% ou mais do EBIT à IA, embora a maioria já use a tecnologia. A Eteg quis trazer à discussão o que separa esse grupo dos demais com quem toma essas decisões. 

Além disso, o evento também comemorou o aniversário da Eteg: “São 25 anos de caminhada, de reinvenção e de inovação, com muita seriedade, em um trabalho feito a muitas mãos junto com os nossos clientes e sempre focado em entregar soluções que agregam cada vez mais.”, relatou nossa CEO, Fabiana Dutra.

Ao lado da Vertera Selah, a Eteg dividiu o encontro entre teoria sobre uso estratégico de IA e mão na massa, com análises de especialistas que já enfrentaram e resolveram desafios reais em operações. 

Por que só 6% das empresas extraem resultado financeiro da IA?

A maioria das operações só acrescenta IA a processos que já existiam, e o grupo que colhe retorno redesenha o trabalho antes. Entre as empresas que atribuem 5% ou mais do EBIT à IA, 73% mudaram seus fluxos de trabalho, contra 55% no ano anterior, segundo a McKinsey, via Fortune.

O contraste fica claro quando se compara adoção e retorno. Segundo a McKinsey, 88% das empresas usam IA regularmente, com ganho concentrado na produtividade individual. O estudo The GenAI Divide, do MIT NANDA, mostra que 95% das organizações não veem retorno mensurável no negócio, apesar de US$ 30 a 40 bilhões investidos globalmente. Cada pessoa trabalha mais rápido, e o P&L não se move.

O que prende a IA na produtividade individual?

Quatro desafios seguram a IA no uso individual:

  1. valor de negócio pouco claro
  2. dados de baixa qualidade
  3. controle de risco insuficiente
  4. custos crescentes. 

Enquanto a empresa não trata essas questões, a produtividade individual não evolui para o patamar de resultado de negócio.

Uma pirâmide de valor mostra como a IA sobe da produtividade individual até o resultado da empresa, em três níveis. Na base está o indivíduo: o time usando IA com método, no dia a dia. No meio fica a área, com um problema real resolvido e medido. No topo está a empresa, que define onde a IA gera retorno no negócio e em que ordem.

Como sair da adoção e chegar à operação?

Com um método que começa pelo diagnóstico do cenário atual da sua operação para somente depois disso escolher a ferramenta, implementá-la e fazer o devido acompanhamento pós go-live. Desse modo, a entrega ao cliente é mais assertiva e os resultados tendem a ser otimizados:

“Nosso grande propósito é entregar a melhor solução para os nossos clientes e, sobretudo, gerar parcerias duradouras. Essas parcerias começam com um evento como esse, com conexão, com conversa.”, constatou Rafael Paiva, CTO da Eteg.

No Clube dos 6%, a Eteg e a Vertera Selah apresentaram algumas alternativas para dar o primeiro passo em direção ao uso de IA eficiente: 

  • O Duplo Diamante, que vai do problema real à solução implementada. ChatGPT e Perplexity ajudam a expandir o problema, Miro e ChatGPT a defini-lo, Claude a expandir as soluções e Copilot e Figma a definir a solução.
  • O CURA, que responde a 4 desafios por etapas bem delimitadas. Em Sondar, a empresa identifica a dor e o valor do negócio. Em Preparar, avalia a solução, os dados, o controle de risco e os custos. Implantar e Curar seguem a maturidade e a necessidade de cada empresa. 

Como a IA diagnosticou a maturidade de cada empresa durante o evento?

Na parte prática da experiência, cada convidado recebeu um diagnóstico de maturidade em IA, gerado em tempo real por uma solução desenvolvida pela Eteg exclusivamente para o Clube dos 6%. O exercício combinou autoavaliação, interação por voz e IA aplicada na prática.

Primeiro, o participante escolheu em que ponto da curva de adoção sua empresa está, de inovadores a retardatários. Depois gravou um áudio no WhatsApp, dando uma nota de 0 a 10 para o resultado que a IA gera hoje em sua área e como a tecnologia devolveria tempo ou alavancaria resultados. Após a autoavaliação de cada líder, a IA fez a sua avaliação, considerando o contexto dado via áudio e devolveu o diagnóstico

Rejane Lima, da ConnectCar, cliente da Eteg que já usa IA no atendimento, contou o que levou do evento:

“O evento trouxe insights sobre o que já fazemos hoje, que é agregar IA ao nosso atendimento e aos nossos processos, e também um ponto de atenção: validar se aquilo que fazemos e almejamos está no caminho certo. Vale observar e analisar para depois executar. Tiramos grandes insights daqui.”

Como subir na pirâmide com a Eteg?

A Eteg atua nos três níveis da pirâmide:

  • No topo, o Diagnóstico Cura e roadmap mostra onde a IA gera retorno no negócio e em que ordem. 
  • No meio, o Laboratório de IA resolve e mede um problema real da área. 
  • Na base, a Qualificação em IA, em parceria com a Vertera Selah, ensina o time a trabalhar com método no dia a dia. 

Fale com um especialista da Eteg e descubra por onde começar.

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